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Não feche esta página para evitar o que você chama de “religião”. O ateísmo costuma ser a desculpa para não prestar contas a um Deus criador. Mas e se Deus realmente existir? Leve este assunto a sério, nem que seja uma única vez na sua vida. Assista a este vídeo e leia este artigo.
Pastor Alejandro Riff, Rosário, Argentina
O que é a “Evolução” e como ela se relaciona com a Criação?
Descubra como a evolução supostamente funciona, sua história, seus mitos e seu efeito na teologia cristã.
A evolução das moléculas ao ser humano é o suposto processo pelo qual a primeira célula evoluiu para a diversidade de vida que observamos hoje. A seleção natural e as mutações são consideradas sua força motriz. No entanto, a evolução darwiniana nunca foi observada, apesar das inúmeras alegações em contrário. A seleção natural e as mutações não podem fornecer a informação necessária para transformar um tipo de organismo em outro. E não é necessário um diploma em ciências para compreender por que a evolução das moléculas ao ser humano é impossível.
Definição de Evolução: Macroevolução vs. Microevolução
Evolução é uma palavra muito usada, mas mal definida. Os próprios evolucionistas costumam usar o termo de forma ambígua, empregando-o para se referir a várias coisas, às vezes até dentro da mesma frase.
- Macroevolução é utilizada para descrever as mudanças em larga escala que se acredita que podem transformar uma massa de protoplasma em um ser humano.
- Microevolução é empregada para descrever as mudanças em pequena escala nas populações, como as apresentadas pelos tentilhões de Darwin: as populações de tentilhões modificam o tamanho de seus bicos regularmente em resposta às pressões ambientais. No entanto, continuam sendo tentilhões. Não ocorrem novos traços nem mudanças significativas.
Visto que o termo evolução está tão fortemente associado ao mito da evolução de partículas a pessoas, costumamos usar a palavra especiação para explicar a adaptação e a variação dentro dos gêneros criados, como a apresentada pelos tentilhões. Devido ao fato de que as mudanças em pequena escala geralmente acarretam uma perda de informação genética em vez de um ganho de nova informação necessária para criar novos traços como braços e olhos, a microevolução nunca pode levar à macroevolução. Por esta razão, evitamos usar macroevolução e microevolução, preferindo falar de especiação dentro dos gêneros criados (que podemos observar e verificar) e de evolução de moléculas a humanos (que é inobservável e inverificável).
História da Evolução: Charles Darwin e Outros
Muitas pessoas acreditam que a evolução começou com Charles Darwin em 1859. No entanto, esta crença é errônea.
- A ideia da evolução existe pelo menos desde a época dos filósofos gregos.
- Jean-Baptiste Lamarck propôs uma forma de evolução no início do século XIX.
- O avô de Darwin, Erasmus Darwin, gravou um lema em latim que indica sua crença na evolução.
Darwin se baseou em ideias prévias e lhes adicionou seu próprio toque, um que ele emprestou do criacionista Edward Blyth. Ele observou que os fazendeiros podiam criar todo tipo de animais mediante seleção artificial. A partir disto, ele extrapolou que novos tipos de organismos poderiam evoluir «naturalmente» utilizando o processo de Blyth, dando origem assim à seleção natural. O que Blyth considerava uma força conservadora para evitar a extinção, Darwin o transformou em uma força criativa que deu origem a organismos completamente novos ao longo de éons (milhões de anos propostos por Lyell e Hutton).
Quando Darwin publicou seu famoso livro A Origem das Espécies, o terreno já estava preparado para sua aceitação, sobretudo dentro da Igreja, devido à prévia aceitação da hipótese dos milhões de anos por parte da comunidade científica e teólogos destacados como Thomas Chalmers (que defendia a teoria do hiato).
O Pensamento Evolucionista desde Darwin
Desde a época de Darwin, a evolução se tornou o dogma dominante nas ciências. O modelo básico mudou muito pouco, e os evolucionistas ainda ensinam que o homem evoluiu a partir de criaturas semelhantes a macacos.
- Julgamento do Macaco de Scopes (1925): O julgamento, que envolveu os advogados Clarence Darrow e William Jennings Bryan, imortalizou a evolução na cultura americana. Foi distorcido posteriormente no filme de Hollywood «O Vento Será Tua Herança».
O Desafio Genético à Evolução Darwiniana Clássica
Darwin desconhecia a genética. Quando a genética se incorporou à ciência convencional, as ideias de Darwin foram adaptadas, dando lugar à síntese moderna da evolução darwiniana ou neodarwinismo.
O neodarwinismo enfatiza quatro forças principais: fluxo gênico, deriva genética, seleção natural e mutações.
Seleção Natural e Mutações
- Seleção natural: Permite que os organismos melhor adaptados ao seu ambiente sobrevivam e transmitam sua informação genética com maior frequência. É o motor principal do dogma.
- Mutações: Os evolucionistas as consideram a força que cria nova variação genética. Acreditam que, em raras ocasiões, uma mutação pode criar um traço completamente novo e benéfico.
Os fatos observáveis, no entanto, não se encaixam no dogma:
- A seleção natural funciona como um mecanismo de conservação (como predito por Blyth) que elimina as mutações mais prejudiciais.
- As mutações quase sempre eliminam potencial genético.
Como as mutações funcionam na vida real
Um exemplo citado é o das bactérias resistentes a antibióticos. A resistência já existia. A seleção artificial (antibióticos) fez com que as bactérias resistentes sobrevivessem. No entanto, seu mecanismo de defesa também dificulta a absorção de nutrientes, de modo que a mutação é prejudicial em um ambiente normal.
Não Há Aumento na Informação Genética
Não se conhece nenhum processo observável mediante o qual se possa adicionar nova informação genética ao código genético de um organismo. A informação requer uma fonte inteligente. Isto, por si só, basta para refutar a evolução, já que é impossível que um peixe se converta em anfíbio sem nova informação.
A Origem da Vida na Evolução Darwiniana
Qualquer ideia sobre como a vida pôde ter surgido ignora a lei da biogênese: a vida sempre surge da vida.
Embora Darwin raramente tenha se referido à origem da vida, este e a origem do universo são aspectos chave do dogma evolucionista.
- Experimento de Miller-Urey (década de 1950): Tentou demonstrar a origem natural da vida. Criou uma mistura tóxica que incluía aminoácidos, mas que teriam sido destruídos em um segundo ciclo. É citado como evidência apesar de seu fracasso em produzir estruturas básicas necessárias para a vida.
O Problema do Registro Fóssil para a Evolução
O registro fóssil é citado como fonte de mudanças evolutivas, no entanto, na década de 1970, Stephen Jay Gould e Niles Eldredge propuseram o equilíbrio pontuado. Esta ideia reconhecia a virtual ausência de formas transicionais no registro fóssil, sugerindo que a evolução era abrupta e não gradual.
A Datação Radiométrica
Os evolucionistas sustentam seu dogma afirmando que a Terra tem milhões ou até bilhões de anos. A prova mais comum é a datação radiométrica.
- Datação por carbono-14: Só funciona com materiais de algumas dezenas de milhares de anos. No entanto, foi encontrado carbono-14 em diamantes (supostamente de bilhões de anos), onde deveria ter desaparecido.
- Outras formas de datação radiométrica (urânio-chumbo, potássio-argônio, etc.) se baseiam em três supostos fundamentais que não podem ser demonstrados empiricamente:
- Conhecer a quantidade inicial de elemento pai e filho.
- Nenhum dos elementos foi adicionado ou perdido durante o processo de desintegração.
- A taxa de desintegração tem sido constante.
As provas radiométricas realizadas em rochas de idades conhecidas (exemplo, a erupção do Monte Santa Helena em 1980) apresentaram resultados de dezenas de milhares de anos.
Conclusão sobre o Dogma Evolucionista
A ideia da evolução naturalista é anticientífica. Se o processo aleatório criou o cérebro e suas faculdades lógicas, não se deveria confiar em suas conclusões. A evolução é uma religião que se contradiz a si mesma.
Especiação
A especiação é frequentemente usada como evidência da evolução.
- Compatibilidade com o Criacionismo: A especiação não é exclusiva do modelo evolutivo; é perfeitamente compatível com o criacionismo. Ernst Mayr e Lineu reconheceram que as espécies podem mudar e que a especiação era compatível com o relato do Gênesis.
- Os criacionistas acreditam na especiação (adaptação e variação dentro dos gêneros criados).
Deriva Genética
A deriva genética é um mecanismo para explicar a mudança evolutiva, geralmente em populações pequenas, que envolve a aplicação de probabilidades a populações vivas.
- Lógica de Probabilidade: As amostras pequenas (populações pequenas) estão sujeitas à aleatoriedade, modificando a frequência dos genótipos com maior facilidade do que em populações grandes.
- Compatibilidade com o Criacionismo: Nada na deriva genética contradiz o modelo criacionista; só funciona porque Deus criou um universo ordenado com leis.
Coevolução
A coevolução propõe que os organismos que interagem estreitamente em seu ambiente podem evoluir conjuntamente (exemplos comuns: mitocôndrias, simbiose).
- Crítica: O motor da evolução (seleção natural) carece de vontade e propósito, portanto não pode «seguir» as mudanças. A coevolução não explica a origem destas complexas relações.
- Os criacionistas poderiam aceitar os mecanismos subjacentes, rebatizando-a como coadaptação, já que só explica a manutenção da simbiose, não sua origem.
Seleção Sexual
Proposta por Darwin em A Descendência do Homem, sustenta que certas características sexuais complexas resultam da competição entre machos e da escolha das fêmeas.
- Hipótese: As características sexuais masculinas (cauda do pavão, chifres) são indicadores da saúde ou da qualidade dos genes do macho.
- Crítica: A ideia não se opõe ao relato bíblico. É controversa dentro do evolucionismo. Se existisse, só explicaria a manutenção dos dimorfismos sexuais, não sua origem.
Os Efeitos da Evolução na Teologia Cristã
A aceitação dos milhões de anos e da evolução mina o texto bíblico e o evangelho.
- Implica a anulação do pecado original: Se Adão e Eva não são os primeiros humanos, e a morte existia antes do homem, a narrativa da redenção é prejudicada.
- Destrói o paralelismo Adão-Cristo: O conceito de Cristo como o último Adão que veio para nos redimir do pecado (Romanos 5:12, 1 Coríntios 15:22, 45) fica minado se Adão é uma figura mítica.
- Questiona a veracidade de Jesus: Jesus se referiu a Adão e Eva como existentes «desde o princípio da criação» (Marcos 10:6).
- Invalida a avaliação da Criação: Se a teoria dos milhões de anos fosse verdadeira, Deus teria considerado «muito bom» (Gênesis 1:31) um registro fóssil que documenta doença, morte, violência e sofrimento, o que é incompatível com Seu caráter.
A Evolução e o Dilúvio
Tentar conciliar a evolução com a Bíblia obriga a rejeitar a realidade do dilúvio universal de Noé, considerando-o local ou mítico. Isto contradiz o texto hebraico e o conceito de infalibilidade bíblica.
A Evolução Requer Fé
A crença na evolução surge do desejo de eliminar a necessidade de Deus como Criador. Baseia-se no sistema de crenças do naturalismo, que não admite nenhuma explicação alheia às leis da natureza.
O naturalismo exige a violacão de várias leis conhecidas do universo:
- A lei da biogênese (a vida só provém da vida).
- A uniformidade da natureza (não pode existir sem um Criador).
- As leis da física (o Big Bang requer a suspensão das leis).
- As leis da probabilidade (o ajuste fino do universo requer um Criador).
- As leis da lógica (a lógica requer uma fonte lógica).
- As leis da informação (a informação só pode provir de uma inteligência).
Aceitar tudo isto sem Deus requer uma fé imensa ou fé cega em processos aleatórios.
Mitos sobre a Evolução
- “98% de similaridade” entre o DNA humano e o do chimpanzé: Esta diferença representa milhões de letras distintas. É uma forte evidência de um designer comum, que usou elementos básicos comuns, mas dotou a humanidade de características únicas.
- “Homens-macacos”: As montagens e «reconstruções» são obras de arte baseadas na imaginação e ideias preconcebidas. Todos os supostos homens-macacos são classificados como humanos ou macacos, não como formas transicionais.
- Mal design: Afirma-se que estruturas como o apêndice mostram um design subótimo. Um universo que sofreu degeneração por mais de 6000 anos não mantém um design ótimo.
- Órgãos vestigiais e DNA lixo: As afirmações baseiam-se em expectativas evolucionistas. Órgãos como o apêndice, antes considerados vestigiais, agora se conhece sua função. Uma verdadeira perda de função reflete um mundo em decadência (o que coincide com a Bíblia).
- Todos os cientistas concordam: Há cada vez mais cientistas que não consideram válidas as supostas provas da evolução. A aceitação generalizada não torna uma ideia correta.
- As similaridades mostram conexões evolutivas passadas: As similaridades anatômicas (homólogas) frequentemente se desenvolvem sob o controle de genes que não são homólogos. A razão lógica alternativa é a criação por um designer inteligente a partir de um modelo comum.
Respostas que Mudarão a Vida dos Evolucionistas
Existem inúmeras estruturas anatômicas com um design evidente e complexidade irredutível, o que significa que suas partes carecem de utilidade a menos que existam todas juntas e funcionem em conjunto. Isto aponta para um Criador e designer inteligente.
Conclusão Ineludível: Deve existir um Criador todo-poderoso e sumamente sábio. Com um Criador assim, já não são necessários bilhões de anos, mas Ele poderia criar tudo em seis dias. Este Criador nos legou um relato claro (a Bíblia) de como criou o mundo, a queda dos seres humanos no pecado e como Deus Filho (Jesus) veio à terra para nos salvar.
Se você está interessado(a) em saber mais de Jesus e de Deus escreva-nos ou participe de nossas reuniões.
FONTE: “Evolution”, Answers in Genesis, acesso em 14 de novembro de 2025, https://answersingenesis.org/evolution/.»
